[sem_destaque]-200[/sem_destaque] Saiba quais carros são os mais visados
Hyundai HB20, Volkswagen Gol, Ford Fiesta, Ford Focus, Renault Sandero, Fiat Palio, Toyota Corolla, Fiat Uno, Volkswagen Voyage e Volkswagen Fox possuem algo em comum, mas não é uma coisa boa. Estes são os 10 carros mais roubados do Brasil, de acordo com o Índice de Veículos Roubados (IVR) da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Logo, esse grupo também tem outro indicador muito ruim, o preço alto do seguro. Afinal, não dá para se arriscar em grandes centros com um carro que a maioria dos ladrões está de olho. Assim, uma corretora de Seguros online, fez uma simulação dos preços médios dos seguros dos modelos citados acima em cinco capitais do país, mas não necessariamente nas cinco maiores.
A pesquisa foi realizada em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília (e cidades-satélites), Curitiba e Aracaju tendo como perfil homem de 35 anos, casado e com cobertura contratada contra terceiros de R$ 100.000. O levantamento foi feito com cotações de algumas seguradoras como: Allianz, Azul, Bradesco, HDI, Itaú, Liberty, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Sompo Seguros e Tokio Marine.
Cada modelo teve a versão mais vendida cotada na pesquisa, que revela discrepância enorme entre São Paulo e Aracaju, por exemplo, o que é natural, dado o tamanho das duas cidades. O Rio de Janeiro aparece como a cidade com os seguros mais elevados da pesquisa exceto no caso do HB20. Este é mais alto em São Paulo, mas nem por isso a capital fluminense ficou em segundo, posição ocupada por Curitiba, que por pouco não passou a capital paulista no levantamento. No caso de Sandero e Corolla, a capital paranaense também tem custo maior com seguro.
Confira abaixo os preços médios de seguros dos 10 carros mais roubados do Brasil:
[sem_destaque]-200[/sem_destaque] Por que contratar um seguro viagem?
Alguma vez realmente parou para prestar atenção na contratação do seguro viagem? Muitas pessoas preferem não pensar nos imprevistos, mas, é “melhor prevenir do que remediar”.
Seja no Brasil ou no exterior, o seguro viagem é uma cobertura que garante seu sossego em diversos imprevistos que podem acontecer durante o percurso, seja uma emergência médica, um cancelamento de voo, extravios de bagagem e, nos piores casos, acidentes fatais.
Confira abaixo o porquê de sempre contratar um bom seguro viagem, além de todas as vantagens de sempre embarcar assegurado.
O Seguro Viagem é obrigatório?
Se for viajar para os países que fazem parte do Tratado de Schengen, sim, é obrigatório. Simplesmente não é permitido entrar sem a contratação de seguro viagem na Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lichtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suíça.
De toda forma, mesmo que seu destino não exija a contratação de um seguro viagem, as vantagens de estar protegido superam qualquer custo com a cobertura.
Vantagens de contratar o Seguro Viagem
Em viagens nacionais, a cobertura costuma ser de R$ 30.000,00. Dependendo do seu plano de saúde, pode ser essencial também;
Extravio de bagagem: um dos problemas mais comuns relatados pelos viajantes, infelizmente, é o extravio ou atraso de bagagem. O seguro cobre seus gastos advindos de extravios, furtos, danos à mala e tantas outras situações que possam ocorrer com seus pertences;
Assistência jurídica: custos advindos de intercorrências judiciais que aconteçam depois da programação da sua viagem podem ser cobertos pela sua seguradora. Rescisão de emprego, proibição de viagem pelo país de destino, convocação pela justiça do seu país, são exemplos de motivos que lhe garantem reembolso e etc.
Coberturas médicas
Assistência médica a gestantes;
Assistência odontológica;
Assistência farmacêutica;
Traslado de Corpo/Funeral;
Retorno de acompanhante e menor.
Seguro viagem: o que pode fazer com que você perca a cobertura
Existem situações que resultam na perda de cobertura por parte da seguradora. Então, fique atento para não cair em nenhuma delas:
Deixar de cumprir obrigações contratuais assinadas com a seguradora;
Agravar intencionalmente o risco segurado;
Usar de meios ilícitos na contratação de seguros;
Lesões ou doenças advindas do uso de drogas ilícitas, álcool, armas de fogo e comportamentos imprudentes.
Dicas importantes sobre o Seguro Viagem
Não é possível acréscimo de dias no seguro previamente contratado nem trocar o beneficiário. Nesses casos, deve-se efetuar uma nova contratação que, normalmente, é feita sem custos adicionais;
Tenha sempre em mãos os comprovantes de contratação e dados de contato do seu seguro. Ou seja, leve o documento durante os seus passeios;
Situações médicas preexistentes devem ser comunicadas previamente à seguradora que, em muitos casos, oferece pacotes adicionais e opcionais de cobertura.
Quando o assunto é venda pela internet, o Mercado de Seguros Brasileiro ainda é reticente. Muita coisa avançou, mas o caminho a ser trilhado ainda é longo. Ou seja, tem espaço a ser ocupado pelos clientes.
Esse foi um tema muito recorrente em várias palestras no XVI Congresso Nacional dos Corretores de Seguros (Conec). Em uma delas, “Ponto com”…Ponto quem? Ponto como?” Especialistas do mercado mostraram dados que apontam a tendência de compra e venda de seguro pela internet. Rafael Caetano, responsável pelos canais eletrônicos da Porto Seguro, disse que o cliente de internet “é um cliente normal” e que a cada dia cresce o número de pessoas que buscam informações sobre seguros na rede.
Ele alertou que a venda internet é uma tendência. Chamou atenção dos os Corretores presentes no Conec (realizado no Anhembi em SP), que há um grande filão a ser explorado, inclusive em mobile, já que é crescente o número de brasileiros que usam smartphone. Ele apenas alertou para os sites de comparação de preços. Segundo ele, essas ferramentas induzem o cliente a tomar decisões com base apenas na comparação de preços deixando de lado o aspecto: Proteção.
E o lado jurídico? Muitos acham que “caiu na rede é peixe”, que a internet é terra de ninguém. Não é bem assim. Foi isso que mostrou o advogado Rony Vainzof, do escritório Ópice Blum, especializado em Direito Eletrônico. Segundo ele, o Brasil é o país com mais decisões jurídicas ligadas ao comércio eletrônico no mundo. Ele alertou quanto à contratação de seguros no ambiente digital e reiterou que a internet não é um meio sem leis. “A tecnologia e o direito são usadas de forma simples. Se a invasão a domicílio era crime, a lei 12.737/2012, conhecida como lei Carolina Dieckman, surgiu para proteger o direito constitucional da privacidade no ambiente digital”, disse, ao ressaltar que:
“…manifestação da vontade de forma eletrônica é a contratação interpessoal através da internet…”
O contato humano é fundamental para concretizar a venda. As vendas podem começar online – quando o internauta preenche um formulário, muitas vezes até desistindo no meio do caminho—, mas sempre acaba fechando por telefone. O Brasileiro em geral tem duas(2) características:
1- Quase nunca coloca os seus sites mais utilizados em “Favoritos”, aí está o grande sucesso do Google;
2- Mesmo os já acostumados a comprar pela internet, existe um grupo que necessita falar ao telefone com alguém, saber informações da sua compra.
A internet é uma ida sem volta. No ambiente digital, é medida pelo fato de que 76% dos internautas navegam na web assistindo TV e 51% fazem busca após serem impactados pela televisão. Há um potencial de crescimento na venda on-line de seguros. A expectativa é de que em 2019, conforme relatório mundial da Capgemini, um terço das vendas de seguros será realizada pelo canal mobile. É preciso estar presente. Os corretores são o principal canal de geração de experiência positiva com o cliente.
Presente e futuro
Uso de telemetria para precificar Seguro de Automóvel ? Por enquanto, uma das barreiras de utilização da telemetria para efeito de precificação de seguros é o custo do aparelho. Entretanto daqui a dois ou três anos, os veículos deverão sair de fábrica com o dispositivo funcionando. “O segurado deverá decidir apenas se deseja ou não compartilhar suas informações. Se for para obter benefícios financeiros, como um desconto no seguro, certamente ele vai compartilhar.
Um Programa deste tipo não deve ser utilizado para penalizar os clientes que dirigem de forma mais agressiva. Ele será uma forma inteligente de fazer o seguro, garantindo que cada um pague somente pelo risco que representa. O uso da telemetria vai provocar uma seleção de risco positiva, pois somente aqueles que acreditam que podem conseguir o desconto vão aderir ao Programa. Além disso, as pessoas irão perceber e reconhecer a sua forma de dirigir, sendo passíveis de auto-correções. Ainda é um pouco cedo para lançar um programa que contemple estas características, porque é uma grande ruptura no mercado, mas este é o ponto em que iremos chegar: Que a pessoa pague exatamente por aquilo que ela usa.
Se imaginarmos o futuro, o seguro de automóvel vai ser infinitamente mais barato e as Cias. Seguradoras terão que aprender a viver neste novo mundo. Não é pagar mais, é pagar o preço justo, na média, o preço deve cair, porque as pessoas dirigem bem.
Participação das Corretoras
Muitas pesquisas foram feitas com Corretoras de Seguros que apontam para um programa como esse. Os profissionais não estão olhando pela ótica de que pode diminuir prêmio ou ganho, mas por aquela de como pode ampliar o mercado e como um produto pode ser mais justo. Existe um certo receio, acenam com possibilidade de ampliação do mercado, através do aumento da quantidade de itens segurados.
A projeção das Cias. Seguradoras, é que milhares de clientes passem a aderir a telemetria. Qualquer cliente poderá aderir, a partir do início de 2016.
Este não é só um programa. É um jeito de pensar o futuro. Todos os dados disponíveis na telemetria abrem um universo de novas possibilidades. Agora, resta às Cias. Seguradoras trabalharem com as novidades que vêm por aí, como o carro sem motorista. Neste caso, não será mais precificado pelo carro, mas pelo uso. O seguro será da pessoa que está utilizando o carro. Estudos mostram que os carros sem motorista sofrem e causam menos acidentes. Se o carro for um bem público, não haverá mais interesse no roubo e furto, por exemplo.
DICA DO SR SIAPE:
Um de nossos Patrocinadores, é a única Corretora de Seguros especializada em Servidores Públicos Federaise tem como proposta um site com acesso VIP/Exclusivo aos Funcionários Públicos Federais Civis (Ativos / Aposentados e Pensionistas), além de seus cônjuges / companheiro(a) / ascendentes (pai e mãe) e descendentes diretos (filhos e filhas), que oferece Soluções de Seguros e Proteção com condições Exclusivas.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo IBGE, divulgada na Revista Veja, já existem mais cães e gatos nos lares brasileiros do que crianças. Ao todo, são 74 milhões de cães e gatos no País, número que cresce 5% a cada ano.
Atenta a este movimento, a PORTO SEGURO adquiriu em Abril/2015 uma nova empresa, o Health for Pet, que oferece Seguro Saúde Veterinário.
A empresa atua principalmente na Grande São Paulo e na Baixada Santista, porém tem o intuito de atender também a capital do Rio de Janeiro ainda no segundo semestre de 2015. O objetivo da empresa é estender sua atuação para todo o Brasil, onde o mercado de pets tem tido forte crescimento, atrás apenas dos Estados Unidos. Só no ano passado, o setor movimentou R$ 16 bilhões no País, um crescimento de 8,2% em relação a 2013, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).
Fernando Leibel, fundador da Healh for Pet, se anima com o sucesso desse tipo de seguro saúde no exterior. “Na Europa, o conceito já é bastante difundido e há países em que mais de 40% da população de pets tem plano de saúde”, explica. “Nos Estados Unidos, esse número vem dobrando a cada ano”. Segundo ele, os diferenciais são a estrutura profissionalizada, sistemas modernos e know how de quem tem mais de 20 anos de experiência em planos de saúde humana. “Sabemos quanto os cães e gatos são importantes para as famílias e percebemos que seria fundamental disponibilizar um produto especialmente desenvolvido para cuidar dos pets de nossos clientes”, afirma Fabio Luchetti, Presidente da Porto Seguro.
O fato de mais de 50% dos lares brasileiros terem hoje um cão ou um gato representa para os(as) Corretores(as) de Seguros uma ótima oportunidade com o seguro saúde para animais. A Health for Pettem planos para cães e gatos, com atendimento personalizado, e oferece todos os recursos disponíveis na moderna medicina veterinária, como: tomógrafos, ressonâncias, tratamentos oncológicos, ortopéticos e UTI.
Cobertura dos planos
Os planos custeiam despesas com veterinários, exames, internações e tratamentos de última geração. A Health for Pet tem também a maior rede credenciada de clínicas, hospitais e centros de diagnósticos. E oferece veterinários de plantão 24 horas por dia, por meio de um Pet Phone, além de atendimento domiciliar. Há vantagens exclusivas para criadores e para planos coletivos.
Outro diferencial é a implantação de um microchip no animal para acompanhamento de sua saúde. Após scanear as informações com o auxílio de um tablet, o veterinário tem acesso ao prontuário digital (DigiPet), que pode ser acessado em qualquer uma das clínicas e, também pelos veterinários que realizam atendimento domiciliar. Por meio do microchip eles conseguem visualizar as informações armazenadas, imprimi-las e receitar uma medicação, se necessário.
O Health for Pet também tem um clube de descontos que podem ser usados em diversos locais conveniados para serviços como banho, tosa, hotel, daycare, escolas, alimentação, acessórios e brinquedos.
O seguro de automóvel para uma mulher tem preço (prêmio), menor e mais benefícios do que o seguro para um homem. Estes valores já foram bem substanciais, mas com a mudança de comportamento da mulher atual (que vai para o trabalho com o veículo ou vai para a balada e hoje em dia algumas dirigem em alta velocidade), diminuíram esta diferença. Mas ainda é estatisticamente comprovado que a mulher protege mais seu carro, como por exemplo: Quase sempre estaciona em estacionamentos pagos, já os homens costumam deixar o veículo na rua.
Em momentos como o atual, em que a frase “não está fácil para ninguém” reverbera, qualquer economia é muito bem-vinda. Para te ajudar na tarefa de contenção de gastos, são orientações sobre quando economizar não é o melhor negócio porque o barato pode sair caro. Confira a seguir.
2) Simule os preços dos seguros antes de escolher seu carro
A economia no seguro começa pela escolha do carro. Para saber quais veículos têm os seguros mais baratos, é possível simular quanto custam os prêmios do seguro de cada modelo – valor pago pela aquisição do seguro – em uma ligação para o seu Corretor além de economizar no prêmio, a consulta pode evitar dores de cabeça futuras, já que o corretor pode indicar quais carros são menos visados por ladrões naquele momento e costumam gerar menos gastos com manutenção.
3) Observe quais carros apresentam maior risco
Algumas características do carro podem mostrar quais deles apresentam maior risco à seguradora, e portanto terão apólices mais caras.
Os carros utilitários, por exemplo, têm seguros mais caros porque ficam expostos ao risco por mais tempo. Veículos a diesel também têm incidência de roubo maior, já que o seu motor é usado para diversas finalidades e tem maior procura no mercado negro.
Alguns veículos podem ter alto número de roubos simplesmente porque têm um número grande de carros em circulação. Por isso, o ideal é olhar a relação entre os roubos e a frota e não apenas o número absoluto de roubos.
“O VW Gol e o Fiat Uno estão entre os veículos mais roubados, mas em relação à frota eles não aparecem no topo. Já o Fiat Punto tem um percentual de roubo altíssimo em relação à frota. Suas peças não são facilmente encontradas nas concessionárias e têm custos altos, por isso é um carro muito visado por ladrões.
Veículos que já saíram de linha também costumam ter seguros mais salgados porque ao deixarem de ser fabricados, suas peças originais ficam mais caras, elevando as buscas por itens roubados no mercado ilegal. Como por exemplo: O Zafira.
Neival Freitas, Diretor executivo da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), também afirma que carros antigos costumam ter seguros caros pelo maior custo de reparo. Por norma da Superintendência de Seguros Privados (Susep), as Cias. Seguradoras são obrigadas a usar peças novas no conserto e repor o valor do veículo integralmente sempre que o custo de reparo superar 75% do valor do carro.
“Na maioria dos acidentes com veículos antigos a Seguradora não pode reparar, ela precisa indenizar integralmente”, diz Freitas.
4) Escolha um bom Corretor
Um bom Corretor ou empresa Corretora de Seguros, pode gerar economias não só no valor do prêmio, mas também de tempo em caso de sinistros (eventos em que o bem segurado sofre um acidente ou prejuízo e que representam a materialização do risco).
Mas, como encontrar um bom Corretor? “Um bom profissional é reconhecido desde a primeira abordagem e principalmente no dia do sinistro, quando o segurado precisa ter o suporte necessário. Ao contratar seguros na agência do banco já pode ser mais difícil ter esse atendimento especializado”, afirma Adriano Gomes, especialista em seguros e professor do Curso de Administração e MBA da ESPM.
Além de se esforçar para buscar a apólice com melhor preço, um corretor mais atencioso deve orientar o cliente à preencher corretamente o Questionário de Avaliação de Risco (Q.A.R.), cujas respostas podem gerar descontos e podem acelerar o processo de indenização, afinal um Corretor mais experiente sabe que respostas inverídicas vão trazer problemas e podem até fazer com que a Seguradora negue o pagamento do sinistro.
A contratação de um seguro é baseada no princípio da boa-fé, segundo o qual as empresas confiam que o segurado está agindo com honestidade ao passar as informações à Seguradora. A Seguradora só precifica o que o cliente menciona, mas se ela verifica algo que ele omitiu, é sinal de que ele agiu por má-fé e a indenização pode ser negada.
Além do tradicional boca a boca, pesquisar na internet, verificar a origem de e-mailMKT recebidos, o Diretor da FenSeg afirma que para chegar a um bom corretor é importante pesquisar o seu número de registro junto à Susep, que mostra se o corretor é um profissional habilitado. “O Corretor de seguros não é como o corretor de imóveis que depois de fechar o negócio sai de cena. Ele acompanha o cliente durante a vigência do seguro e até depois, por exemplo, caso haja sinistro, bem como se o cliente não estiver satisfeito com a indenização e entre com um processo contra a seguradora”, afirma.
A comparação de preços é muito comum nas compras em supermercados, de carros e outros bens, mas não tanto com os seguros. Mas, assim como em qualquer outra compra, sai na vantagem quem pesquisa. E se antes os corretores conseguiam comparar preços em apenas em quatro ou cinco empresas, hoje algumas corretoras permitem simular preços em mais de 10 Seguradoras, em poucos cliques, e de graça
A pesquisa é importante porque os valores do seguro de um mesmo modelo podem variar muito de acordo com a empresa. “Uma seguradora pode ter um resultado fantástico de sinistros para o Gol e outra nem tanto. Então a primeira pode estar com um valor mais baixo para esse modelo e a segunda mais alto”, diz O professor da ESPM, Adriano Gomes.
O professor da ESPM também recomenda que, além do preço, o cliente analise qual Cia. Seguradora contratar a partir da sua eficiência em caso de sinistro. Ele afirma que, enquanto algumas empresas iniciam o processo de indenização imediatamente, outras chegam quase a solicitar a certidão nascimento do cliente e são muito burocráticas.
“O acidente já gera um estresse violento, por isso ao comparar as empresas, a decisão não pode ser feita apenas porque a empresa ‘A’ ou ‘B’ é $100 reais mais barata, essa é uma conta burra”, diz Adriano Gomes.
5) Evite economias tolas
Uma economia de $200 reais ou menos na contratação da apólice pode gerar prejuízos de milhares de reais lá na frente. É o que pode ocorrer com segurados que se preocupam muito com a cobertura contra roubo, mas não se atentam à cobertura de Danos a Terceiros.
“O seguro serve não só para proteger seu bem, como para arcar com prejuízos causados a terceiros”, diz Adriano Gomes. Segundo ele, as coberturas a terceiros costumam ser de $50 mil reais, mas podem ser ampliadas a $500 mil reais com um custo adicional de apenas $200 reais.
O professor acrescenta que essa cobertura engloba não só eventuais danos a carros de terceiros, como indenizações por danos corporais a terceiros e danos morais. “Em um atropelamento com vítima fatal, o Juiz define a indenização observando o rendimento recente do falecido, multiplicado pelos anos de vida que ela teria pela frente. Essa indenização pode passar de 1 milhão de reais facilmente“, diz Gomes.
Muitos clientes buscam economizar no seguro justamente contratando a cobertura a terceiros mais básica, de 50 mil reais. Se o cliente bate em um Citroën C4 de $70 mil reais, a cobertura mínima paga só $50 mil reais. Era melhor pagar $200 reais a mais e ampliar a cobertura do que pagar esses $20 mil reais que o seguro não cobre.
Alerta para economias no carro reserva e na quilometragem do guincho. Para contratar o carro reserva por 15 dias, o cliente pode pagar entre $100 a $300 reais a mais, o que pode sair mais barato do que o uso de um táxi durante o período reparo do carro, que costuma ser de menos dez dias.
Se o raio de quilometragem do guincho for de 100 quilômetros e o cliente costuma usar o carro para viajar por distâncias maiores, também vale consultar os custos para ampliar o raio de cobertura do guincho, como por exemplo: Kilometragem ilimitada.
6) Também não pague pelo que você não precisa
É preciso ficar atento também para não pecar pelo excesso e pagar mais do que o necessário. As Cias. Seguradoras têm vendido seguros cada vez mais completos e com mais mimos, como conserto de eletrodomésticos, serviços de eletricista e encanador e descontos em estacionamentos e despachante. Mas é importante avaliar se esses serviços encarecem o seguro e se de fato você usará tudo isso.
Se você não dirige em estradas e tem outros carros na garagem, pagar mais pela quilometragem de guincho ou pelo carro reserva não faz sentido. Da mesma forma, se o seu cônjuge tem um seguro que cobre reparos na residência também não é preciso pagar para ter esse mimo na sua apólice também.
7) Não preencha o formulário com preguiça
Preencher formulários não é nada divertido, mas tratá-los com paciência e carinho pode render bons descontos. Os dados neles contidos são fundamentais para mostrar o perfil de risco do segurado e formar o preço do seguro.
Uma questão que costuma gerar descontos, mas que os clientes respondem de maneira negligente é a Kilometragem média de rodagem. As pessoas não têm ideia da kilometragem e chutam. Quanto maior a kilometragem rodada, maior o risco ao qual o carro fica exposto e mais caro fica o seguro. O ideal é colocar a kilometragem mais próxima da sua realidade.
Informar com precisão quem fará uso do veículo também faz toda a diferença no preço. De acordo com Neival Freitas, da FenSeg, se o carro é compartilhado pela mãe e pelo filho de 18 anos, mas ela usará o carro na maior parte do tempo, informar isso no questionário pode render descontos, mas é importante ser realista. “Se ela não for a principal condutora, mas sim o filho e ele bater o carro a seguradora pode se negar a indenizar o cliente”, diz Freitas.
Usar um endereço de residência diferente do seu; omitir a informação de que o carro é usado por mais de uma pessoa; ou dizer que o carro é estacionado em garagem quando fica na rua são fraudes clássicas. E da mesma forma que os segurados praticam essas fraudes desde os tempos de suas avós, as Seguradoras também estão habituadas a flagrar essas “mentirinhas” há um bom tempo.
Em alguns casos a declaração pode até ter um fundo de verdade, mas isso não basta. Os dados devem condizer totalmente com a realidade. Se o cliente tem uma casa no campo e coloca o endereço da chácara como sua principal residência, caso a Seguradora comprove que ele reside na capital isso pode ensejar uma negativa de indenização.
8) Ajude a Seguradora a te ajudar
Se você raramente dá aquela ligadinha para o Corretor para acionar a Seguradora, os benefícios valem não só para eles, mas para você também. A variação no preço do seguro entre clientes que registraram sinistros e aqueles que não registraram há mais de dois anos é de 18,74% em média.
Isso ocorre por causa de uma política de desconto usada pelas seguradoras, a chamada classe de bônus, que oferece descontos aos segurados que não registram sinistros durante algum tempo. No primeiro ano do seguro, por exemplo, o cliente é classificado na classe zero; se após um ano ele não registrar sinistros e renovar sua apólice, ele passa à classe um, no terceiro ano passa à classe dois e assim por diante, chegando até a Classe 10 !!!
Se o cliente chegar à classe de bônus 10, a maior possível, ele chega a pagar, em média, um valor 49,47% menor do que pagaria se estivesse na classe 0, ou fazendo um seguro pela primeira vez.
Mesmo trocando de seguradora, ou de carro, a contagem da classe de bônus não se perde. O cliente pode apresentar sua antiga apólice para comprovar sua classe e nela permanecer no novo contrato (será comprovado pelo número da Apólice e o Código de Identificação (C.I.). Através destes números (constantes na apólice), a Seguradora verifica junto ao Registro Nacional de Sinistros (R.N.S.), e confirma a Classe de Bônus com a outra Cia. Seguradora (chamada de: Congênere).
9) Calcule se é melhor aumentar a Franquia ou o valor do prêmio
A Franquia ou Participação Obrigatória do Segurado (P.O.S.), é o valor que o segurado desembolsa para cobrir parte do prejuízo quando ocorre algum tipo de dano parcial ao seu veículo – excluindo danos a terceiros – e a seguradora é acionada. Quanto maior o valor da franquia, menor o valor do prêmio do seguro, e vice-versa.
Existem três(3) principais tipos de franquia: Normal, Reduzida e Majorada. Na Majorada, o valor do seguro é menor, mas na ocorrência de um sinistro o valor pago pelo segurado pelo conserto do carro é maior. Já na franquia Normal (ou básica), o valor do seguro aumenta, mas a franquia fica mais barata. Na franquia Reduzida, como o nome sugere, o valor pago pela franquia é bem mais baixo, mas o valor final do seguro é mais alto. Existe um outro tipo menos comum que é a Franquia Isenta, como o próprio nome diz não há franquia em sinistros parciais, mas o valor do seguro (prêmio), é bem mais caro.
Tipo de franquia
Valor do seguro
Valor da franquia
Básica
R$ 4.324,65
R$ 2.206,65
Ampliada
R$ 4.365,53
R$ 4.482,80
Reduzida
R$ 4.994,29
R$ 1.103,32
Isenta
R$ 6.452,02
R$ 0,00
Já se você for um motorista muito prudente e nunca foi roubado, aFranquia Majorada pode ser a melhor opção porque pode ser pouco provável que você precise acionar a seguradora. O corretor pode ajudar a definir qual franquia contratar, de acordo com o seu perfil.
10) Informe o corretor sobre eventuais mudanças
Assim como preencher o questionário da maneira correta pode render descontos, atualizar informações ao renovar também. Às vezes o segurado pode ter um desconto porque não tinha garagem no trabalho, foi promovido e agora tem, ou a empresa mudou para uma região menos perigosa, ou utilizava o veículo para ir à Faculdade e acabou de se formar.
Também é preciso informar ao corretor mudanças que possam encarecer o seguro para evitar que a seguradora negue a indenização ao cliente em caso de sinistro. Se a pessoa só fazia uso do carro para lazer e se tornou representante comercial, utilizando o veículo em visitas a clientes, ela alterou todo o seu perfil de risco (perfil do condutor), e isso deve ser informado para não gerar problemas no sinistro.
11) Cuide dos passageiros
Todo passageiro que esteja no seu carro é de sua inteira responsabilidade. Seja parente ou amigo, se houve um acidente e o(s) passageiro(s) sofrerem danos corporais, como: Morte, Invalidez e até mesmo Despesas Médicos Hospitalares correrão por conta do motorista. Mesmo que haja cobertura pelo chamado “seguro obrigatório”, o D.P.V.A.T. (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores em vias Terrestres), que é o primeiro a ser acionado, a cobertura é muito baixa. Contrate valores de $ 50 mil para cada passageiro. Isto não vai onerar tanto o custo do seguro e vai te livrar de poucas e boas, inclusive de processos judiciais. A cobertura se inicia quando o passageiro entra no seu carro e encerra quando ele sai.
Nosso Patrocinador é uma Corretora de Seguros especializada em Servidores Públicos Federais, com preços, condições e benefícios exclusivos.
Dica do Sr. SIAPE
A Franquia Reduzida (para quem usa muito o veículo e tem histórico de sinistros), é a mais indicada, pois reduz pela metade o valor da Franquia e o valor do seguro (prêmio), não aumenta na mesma proporção.
O Corretor de Seguros pode ajudar a definir qual franquia contratar, de acordo com o seu perfil.
A simulação abaixo mostra como o tipo de franquia contratada influencia no valor pago pelo seguro. Foi simulado o valor do seguro de um Fiat Palio 2014 em três seguradoras, para um homem de 35 anos, que tem garagem no trabalho e em casa e mora na Zona Leste de São Paulo. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Com a evolução do Mercado de Seguros Brasileiro, que passou de pouco mais de 1% de representação no PIB para 5% em 15 anos, é natural que novos produtos entrem na prateleira das Seguradoras. O desenvolvimento da economia brasileira nos últimos anos e o ingresso de investidores e empresas estrangeiras no País fez com o que o mercado tivesse contato com riscos com os quais não estava acostumado e gerou a demanda por novas coberturas.
Começamos a ter características de riscos que não tínhamos antes e que são similares aos mercados americano e europeu. De acordo com um levantamento realizado pela Consultoria PwC, o Mercado Global de Seguros de não-vida está se diversificando rapidamente, cada vez mais influenciado pelos mercados emergentes. De 2006 a2011, os prêmios totais subiram 27% em todo o mundo, com a maior parte desse crescimento impulsionada por mercados emergentes.
Os prêmios brutos dos mercados da China, Índia, Brasil, Rússia, México, Turquia e Indonésia cresceram 140% nos ramos de property & casualty de2006 a 2011, enquanto nos enquanto nos EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá o crescimento foi de cerca de 10% no mesmo período de tempo.
A Classe Média e os mercados emergentes
A ascendente classe média nos mercados emergentes está alimentando o crescimento dos seguros, uma vez que essa fatia da população está exigindo novos carros e residências mais modernas e querem proteger os bens adquiridos. As empresas locais buscam coberturas de property e responsabilidade civil para garantir os novos investimentos e se proteger do aumento da litigiosidade.
Segundo a análise realizada pela PwC no estudo, “a persistência dessas tendências significa que o crescimento futuro das Seguradoras dependerá cada vez mais da sua capacidade de atingir um conjunto mais amplo de clientes em outros países”.
O reflexo das movimentações das Seguradoras neste sentido já pode ser visto no Brasil. Duas proteções que já existiam em outros países e desembarcaram recentemente em terras tupiniquins são os seguros contra riscos cibernéticos e contra atos terroristas, ambos introduzidos no mercado brasileiro pela AIG. O primeiro foi lançado pela seguradora em agosto de 2012 – e outras companhias devem lançar produtos similares ainda em 2013.
Já a proteção contra atos terroristas está disponível para ser adquirida pelos brasileiros desde junho deste ano. É um produto, no entanto, que já existe nos Estados Unidos desde o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001. “No Brasil, por se tratar de um mercado recente e que está se tornando cada vez mais maduro,vemos muitas oportunidades de lançar novos produtos, de nos posicionarmos como inovadores e nos tornarmos pioneiros”, relata Fábio Cabral, diretor de grandes riscos da AIG.
Segundo o executivo, há alguns meses a Seguradora começou a perceber a demanda pelo seguro contra atos terroristas. Eram telefonemas e e-mails de corretores e clientes perguntando se a companhia já tinha o produto disponível aqui no Brasil. Com a realização dos grandes eventos esportivos (Copa e Olimpíadas) mais próxima, a preocupação das empresas com o patrimônio aumentou.
Além disso, a ampliação da presença no País de empresas estrangeiras que aproveitaram o recente bom momento econômico brasileiro para instalar unidades aqui despertou o interesse por coberturas até então inexploradas. São proteções que as empresas já estão acostumadas a contratar em suas matrizesem outros países. Consequentemente, ao vir para o Brasil, elas buscam proteções semelhantes. “Mas vemos também empresas nacionais buscando os novos seguros”, reitera Frank Moraes, gerente de property da AIG.
Ao decidir trazer um produto novo para o Brasil,a Seguradora costuma analisar se a demanda é mesmo do mercado como um todo ou se é de apenas um grupo ou um cliente. No caso do seguro contra atos terroristas, o processo de detecção da demanda até a aprovação do produto pela Susep levou 10 meses.
Seguros para 2020 e além: a necessidade é a mãe da criatividade
Quais são as questões mais urgentes em relação ao mercado global de seguros? As mudanças parecem estar chegando com rapidez ao mercado e os players precisam acompanhá-la na mesma velocidade. Questões como as relações sociais e o poder da conectividade; tecnologia e os processos de dados e informações; o meio-ambiente e seus riscos com catástrofes; A multipolarização econômica do mundo e a instabilidade política são temas abordados pela pesquisa da Pwc, intitulada: Seguros para 2020.
Conversamos com o idealizador da pesquisa, o líder global da área de Seguros da PwC, Stephen O’Hearn, sobre as principais questões abordadas no relatório e ele explicou que esses são pontos em comum para qualquer mercado, em qualquer continente. “A tecnologia certamente será uma grande aliada dessas mudanças, acredito que elas podem e já estão ajudando muito no desenvolvimento de novas práticas e amadurecimento de diversos mercados”, destacou.
Stephen O’Hearn
“A questão não é mais o quanto os seguros estão dispostos a mudar, mas como deve ser essa mudança e quão rápido as empresas podem responder a ela. Os principais diferenciais serão a capacidade de manter o controle de desenvolvimento emergente e de avaliar as suas implicações, respondendo a elas de forma ágil”
O estudo mostra que as ações que as Seguradoras irão tomar para promover ajustes necessários dependerão não apenas de seus mercados nacionais ou regionais, mas também de sua intenção estratégica, suas capacidades essenciais, avaliação de talentos, além de sua cultura organizacional e de capital. Ainda assim, para maioria – se não para todos – dos seguradores, essas mudanças de mercado demandam uma mudança significativa em produtos e no restabelecimento de longo prazo do modelo de negócios. E isso não deverá ser fácil.
O executivo afirmou que, embora existam muitas diferenças no mercado de seguros ao redor do mundo e cada mercado tenha suas particularidades, a disrupção é uma tendência mundial. “O mercado é globalizado. O tipo de análise que nós fizemos tem muito a ver com as decisões que deverão ser tomadas daqui pra frente, porque percebemos que esse é a indústria de seguros apresenta essa necessidade de disrupção muito forte”, conta.
É importante desenvolver uma visão clara de onde e como as companhias pretendem competir. Para algumas, isso inclui uma proposta de valores totalmente nova. Para os seguradores do ramo vida isso pode incluir uma oferta mais ampla e atraente em relação à qualidade de vida e bem-estar por um lado e a segmentação de nichos inexplorados do outro. Para companhias Property & Casualty, isso pode incluir uma melhoria em seus bancos de dados e gerenciamento de riscos olhando como essas informações podem se aplicar à maior faixa de prevenção de risco e proteção possível. “Talvez um dos grandes entraves no mercado de seguros sejam as regulações e suas disparidades, mas isso é necessário em todos os lugares do mundo e temos que nos adaptar, mas é um obstáculo”, aponta O’Hearn.
Com as intenções estratégicas estabelecidas, é importante determinar como alcançar as pessoas por meio de diferentes mensagens e canais, simplificando o desenho dos produtos, e reorganizando a sua distribuição. Outras considerações incluem, ainda, como reformular o processo de subscrição para capitalizar em cima de novas análises e informações, bem como para agilizar o processo de vendas em tempo real. A velocidade de desenvolvimento do mercado é tanta, que é virtualmente impossível prever quais serão as demandas dos consumidores em alguns anos. As abordagens antigas para os planos estratégicos podem ser muito lentas para manter o ritmo das mudanças. Em vez disso, nós propomos quatro passos:
Aprender quais são as necessidades do seu segmento alvo;
Construir os modelos que possam levar à compreensão das necessidades dos segurados;
Testar inovações com projetos piloto para ver se elas ressoam com os clientes e refinar a proposição de valor;
Melhorar e lançar a nova proposta de valor para segmentos específicos.
O Brasil possui dezenas de Cias. Seguradoras credenciadas junto à SUSEP – Superintendência de Seguros Privados e, com o aumento da demanda por seguros de automóveis, as facilidades de crédito e aumento do roubo de veículos em diversas regiões do país, as Cias. Seguradoras tiveram que se aprimorar em atender os Segurados, inovar em produtos, reduzir os prêmios (preço do seguro), e até se reinventarem.
Com mais carros, também cresceu a quantidade de seguros contratados. Porém, as mais diversas combinações de coberturas, planos, diferentes perfis dos condutores, CEP’s com mais ou menos índice de roubo, faixas de preços e vantagens podem deixar o segurado confuso na hora de escolher a Seguradora.
Os dois(2) rankings qualificam as melhores Seguradoras de automóveis do Brasil. Fica claro que as informações são muito similares e que podem servir de auxílio a quem procura um seguro para proteger seu veículo.
O primeiro estudo foi divulgado pela SUSEP e utilizou como critérios:
Qualidade no atendimento
Eficiência dos serviços prestados
Maior aquisição de clientes
Infraestrutura
Tecnologia em seus processos diários
Vantagens oferecidas
Preço em cada modalidade.
Com estas variáveis, a Porto Seguro ficou com a primeira posição.
Em segundo lugar ficou a Mapfre. Entre seus diferenciais, a seguradora de origem espanhola conta com o serviço Auto Mais Gold, ampla cobertura de sinistros e cobertura para frotas comerciais. Itaú, Bradesco e SulAmérica vêm em seguida. Além do preço justo, elas oferecem comodidade como o carro reserva por período determinado, proteção contra desastres naturais, assistência 24 horas, cobertura para batidas em carros terceiros, guincho com kilometragem ilimitada e muito mais.
Além da SUSEP, outra pesquisa apontou as melhores Seguradoras de automóvel do Brasil e foi realizado pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo), que ratificou a Porto Seguro na primeira posição. O Sincor-SP seguiu os seguintes critérios:
A cartilha “Conhecendo seu Seguro” pretende desmistificar a modalidade de proteção
Com foco no Seguro Residencial, a cartilha “Conhecendo seu Seguro”, produzida em conjunto pela CNseg e FenSeg, foi lançada em setembro, em São Paulo, durante workshop temático da Confederação e Federação das Seguradoras.
Buscando esclarecer e simplificar o entendimento do produto, explicando coberturas básicas e adicionais, além das diferenças entre os seguros residencial, habitacional e de condomínio, a cartilha “Entendendo o seguro da sua residência” traz uma linguagem simples, clara e precisa, semelhante à da primeira cartilha da série, que abordou o seguro de automóvel.
Pensando no conforto e segurança de proprietários e inquilinos, a publicação traz ainda dicas para proteção dos segurados, do seu imóvel residencial e dos bens nele contidos. A cartilha também orienta como identificar e proceder em caso de incêndio, vazamento de gás ou água ou problemas com aparelhos eletroeletrônicos que possam causar acidentes mais graves.
O Mercado de Seguros
Segundo a diretora executiva, Solange Mendes, “o mercado de seguros massificados é amplo e complexo, mas acreditamos que simplificar a linguagem seja o caminho para ampliar o entendimento do produto”.
Sobre a idealização do conteúdo do documento, Solange relembra o processo de produção: “Levantamos as questões que geram mais dúvidas, tanto acerca do mercado de seguros, quanto sobre o seguro residencial em si. Buscamos responder cada ponto com o máximo de clareza e de forma didática”.
Já o diretor executivo da FenSeg, Neival Freitas, ressalta que “o valor de um seguro residencial é módico“. As pessoas tendem a achar que para segurar uma casa ou apartamento terão que pagar um valor alto, mas isso não é verdade. A cartilha foi desenvolvida pensando nisso também.
Queremos mostrar tudo que este seguro cobre por um preço tão ínfimo diante do valor do bem em questão, no caso, o imóvel residencial. Para se ter uma ideia, em média, o valor do seguro em relação ao valor do imóvel varia entre 0,2% a 0,6%”.
De acordo com Neival, a experiência com a cartilha de seguro de automóvel foi determinante para a continuidade da série “Conhecendo seu Seguro”. “Adaptar a linguagem e torná-la mais clara e acessível é o que aproxima as pessoas do seguro. Este é um mercado complexo, com um leque muito grande de informações e dados.
Quando ele é desburocratizado, o consumidor entende a necessidade e a importância do seguro, e este é o nosso objetivo: muito além de segurar bens materiais, proteger vidas”, finaliza Neival.