Seguro contra Terceiros: O que é RCF-V?

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O Seguro de Responsabilidade Civil Facultativa de Veículo (RCF-V) protege o segurado contra qualquer dano que ele possa causar a algum terceiro.

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Dicas para evitar sinistro: 12 dicas de especialistas para evitar acidente, furto e roubo de veículo

Em: Auto,Seguro

Confira 12 dicas de especialistas para evitar roubo ou furto

Dirigir com cautela e tomar precauções como evitar estacionar na rua e ficar dentro do carro parado são medidas simples, mas eficazes na prevenção de acidentes, furto e roubo de veículo.

Essas são apenas algumas dicas do piloto, instrutor de direção e professor de Pós Graduação do curso de Medicina do Tráfego e Segurança no Trabalho na USP, Roberto Manzini e do delegado divisionário da Divecar-Deic, delegacia paulista especializada no combate ao furto, roubo e receptação de veículos e cargas, Valter Sergio de Abreu.

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“Se o condutor conseguir guiar sem usar o celular, já estará contribuindo, e muito, para diminuir o número de acidentes.” A afirmação de Manzini é confirmada por números.

Em 2016, 3.450 pessoas morreram em acidentes causados por distração nos Estados Unidos, de acordo com dados da NHTSA, órgão responsável pela segurança viária naquele país. Segundo o mesmo estudo, o uso do celular ao volante aumenta em 400% o risco de o motorista sofrer um acidente.

Manzini, que é proprietário da escola de pilotagem que leva seu nome e oferece treinamento e cursos de reciclagem também para motoristas profissionais, diz que esse péssimo hábito ao volante já tem até causado demissões. “Ao assinar o contrato de trabalho, o funcionário se compromete a não tomar atitudes que infrinjam as leis ou coloquem em risco os ocupantes do veículo e outras pessoas na via.”

FUJA DE ROUBADAS

Abreu argumenta que se o cidadão não comprar peças de origem desconhecida, a demanda cairá e, consequentemente, os casos de furto e roubo de veículos também. “Estamos longe do ideal, mas os números vêm melhorando”, diz.

Dados publicados no site da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo revelam que,  de janeiro a agosto deste ano,  44.557 veículos foram furtados e roubados no Estado. Embora os números sejam altos  (média mensal de 4.950), houve uma queda de 11,9% em relação aos 50.580 casos no mesmo período de 2017. Na comparação com as 55.480 ocorrências em igual intervalo de 2016, a redução foi de 19,7%.

Segundo Abreu, isso é fruto de ações em desmanches irregulares, a partir da edição da lei que regula o setor, do combate às quadrilhas que vendem carros “frios” na internet e da intensificação da fiscalização em leilões. “As pessoas negociam e marcam encontro com o suposto vendedor, tudo via celular.” O delegado recomenda que antes de fechar negócio, o comprador leve o carro a uma vistoriadora de confiança. “Se o vendedor se recusar, já é uma atitude suspeita.”

Veja 12 dicas para evitar acidentes, furto e roubo do carro:

  1. Posicione-se corretamente: assim, conseguirá virar o veículo com agilidade, frear e acelerar rapidamente quando necessário;

  2. Mãos no volante: a mão só deve sair do volante para trocar de marcha. Segure o volante na posição ’15 para as 3′;

  3. Antecipe suas intenções: sempre sinalize as manobras. Ao dar a seta, por exemplo, você mostra aos outros o que irá fazer;

  4. Cinto é obrigatório: o cinto de segurança deve ser usado Inclusive por quem estiver no banco de trás. Não há exceções;

  5. Respeite as leis: além de ser uma obrigação, isso evita multas e praticamente elimina o risco de acidentes;

  6. Não cole no outro: mantenha distância do carro à frente. Pergunte a si mesmo: se ele frear forte vai conseguir parar?

  7. Carro não é sala de estar: não fique namorando ou conversando especialmente em regiões desertas e na rua.

  8. Olho no entorno: fique atento na hora do embarque e do desembarque . Muitos assaltos ocorrem nesses momentos.

  9. Mantenha-se em movimento: se o semáforo estiver vermelho, reduza a velocidade para chegar ao cruzamento quando ele abrir.

  10. Fuja das beiradas: prefira as faixas centrais. Com isso você fica mais longe do alcance de alguém vindo da calçada.

  11. Batidinha suspeita: desconfie de pequenas colisões atrás, sobretudo à noite. Anote a placa e só pare em locais seguros.

  12. Fuja da rotina: evite estacionar na rua, principalmente se for todo dia e no mesmo lugar. Pode haver alguém de olho.

Leia também: O QUE É A COBERTURA COMPREENSIVA DE SEGURO AUTO?

Fonte: Estadão –  Jornal do Carro – Especialistas: Valter De Abreu, Delegado do Divecar-DEIC e Roberto Manzini, Piloto e Instrutor.

Telemetria: Venda on-line e no Futuro

Em: Auto,Eletrônicos

Quando o assunto é venda pela internet, o Mercado de Seguros Brasileiro ainda é reticente. Muita coisa avançou, mas o caminho a ser trilhado ainda é longo. Ou seja, tem espaço a ser ocupado pelos clientes.

Esse foi um tema muito recorrente em várias palestras no XVI Congresso Nacional dos Corretores de Seguros (Conec). Em uma delas, “Ponto com”…Ponto quem? Ponto como?” Especialistas do mercado mostraram dados que apontam a tendência de compra e venda de seguro pela internet. Rafael Caetano, responsável pelos canais eletrônicos da Porto Seguro, disse que o cliente de internet “é um cliente normal” e que a cada dia cresce o número de pessoas que buscam informações sobre seguros na rede.

Ele alertou que a venda internet é uma tendência. Chamou atenção dos os Corretores presentes no Conec (realizado no Anhembi em SP), que há um grande filão a ser explorado, inclusive em mobile, já que é crescente o número de brasileiros que usam smartphone. Ele apenas alertou para os sites de comparação de preços. Segundo ele, essas ferramentas induzem o cliente a tomar decisões com base apenas na comparação de preços deixando de lado o aspecto: Proteção.

E o lado jurídico? Muitos acham que “caiu na rede é peixe”, que a internet é terra de ninguém. Não é bem assim. Foi isso que mostrou o advogado Rony Vainzof, do escritório Ópice Blum, especializado em Direito Eletrônico. Segundo ele, o Brasil é o país com mais decisões jurídicas ligadas ao comércio eletrônico no mundo. Ele alertou quanto à contratação de seguros no ambiente digital e reiterou que a internet não é um meio sem leis. “A tecnologia e o direito são usadas de forma simples. Se a invasão a domicílio era crime, a lei 12.737/2012, conhecida como lei Carolina Dieckman, surgiu para proteger o direito constitucional da privacidade no ambiente digital”, disse, ao ressaltar que:

“…manifestação da vontade de forma eletrônica é a contratação interpessoal através da internet…”

O contato humano é fundamental para concretizar a venda. As vendas podem começar online – quando o internauta preenche um formulário, muitas vezes até desistindo no meio do caminho—, mas sempre acaba fechando por telefone. O Brasileiro em geral tem duas(2) características:

1- Quase nunca coloca os seus sites mais utilizados em “Favoritos”, aí está o grande sucesso do Google;

2- Mesmo os já acostumados a comprar pela internet, existe um grupo que necessita falar ao telefone com alguém, saber informações da sua compra.

A internet é uma ida sem volta. No ambiente digital, é medida pelo fato de que 76% dos internautas navegam na web assistindo TV e 51% fazem busca após serem impactados pela televisão. Há um potencial de crescimento na venda on-line de seguros. A expectativa é de que em 2019, conforme relatório mundial da Capgemini, um terço das vendas de seguros será realizada pelo canal mobile. É preciso estar presente. Os corretores são o principal canal de geração de experiência positiva com o cliente.

Presente e futuro

Uso de telemetria para precificar Seguro de Automóvel ?  Por enquanto, uma das barreiras de utilização da telemetria para efeito de precificação de seguros é o custo do aparelho. Entretanto daqui a dois ou três anos, os veículos deverão sair de fábrica com o dispositivo funcionando. “O segurado deverá decidir apenas se deseja ou não compartilhar suas informações. Se for para obter benefícios financeiros, como um desconto no seguro, certamente ele vai compartilhar.

Um Programa deste tipo não deve ser utilizado para penalizar os clientes que dirigem de forma mais agressiva. Ele será uma forma inteligente de fazer o seguro, garantindo que cada um pague somente pelo risco que representa. O uso da telemetria vai provocar uma seleção de risco positiva, pois somente aqueles que acreditam que podem conseguir o desconto vão aderir ao Programa. Além disso, as pessoas irão perceber e reconhecer a sua forma de dirigir, sendo passíveis de auto-correções. Ainda é um pouco cedo para lançar um programa que contemple estas características, porque é uma grande ruptura no mercado, mas este é o ponto em que iremos chegar: Que a pessoa pague exatamente por aquilo que ela usa.

Se imaginarmos o futuro, o seguro de automóvel vai ser infinitamente mais barato e as Cias. Seguradoras terão que aprender a viver neste novo mundo. Não é pagar mais, é pagar o preço justo, na média, o preço deve cair, porque as pessoas dirigem bem.

Telemetria

Participação das Corretoras

Muitas pesquisas foram feitas com Corretoras de Seguros que apontam para um programa como esse. Os profissionais não estão olhando pela ótica de que pode diminuir prêmio ou ganho, mas por aquela de como pode ampliar o mercado e como um produto pode ser mais justo. Existe um certo receio, acenam com possibilidade de ampliação do mercado, através do aumento da quantidade de itens segurados.

A projeção das Cias.  Seguradoras, é que milhares de  clientes passem a aderir a telemetria. Qualquer cliente poderá aderir, a partir do início de 2016.

Este não é só um programa. É um jeito de pensar o futuro. Todos os dados disponíveis na telemetria abrem um universo de novas possibilidades. Agora, resta às Cias. Seguradoras trabalharem com as novidades que vêm por aí, como o carro sem motorista. Neste caso, não será mais precificado pelo carro, mas pelo uso. O seguro será da pessoa que está utilizando o carro. Estudos mostram que os carros sem motorista sofrem e causam menos acidentes. Se o carro for um bem público, não haverá mais interesse no roubo e furto, por exemplo.

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Leia também: PLANOS DE SAÚDE PARA ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO

Fonte:  Revista Apólice